Cresce Alimentação Kósher (judaica), uma sabedoria que vem de Deus

Lendo um pouco mais sobre a alimentação judaica (Kosher), percebo o cuidado de Deus na orientação do povo hebreu, inclusive na forma de alimentar-se. Vejo que as recomendações nesse tipo de alimentação não são “religiosas” como a maioria pensa, mas têm  fundamento científico, no que diz respeito ao cuidado com a saúde e a manutenção da vida.  Realmente me impressionam as orientações da comida Kosher.

cashrut (do hebreu כַּשְׁרוּת, “correto” ou “apropriado”; aquele que cumpre  os preceitos do cashrut é casher, כָּשֵׁר, conhecido também por sua pronuncia en yídish, kósher). A palavra Kosher, em hebreu significa, como dito acima,”permitido ou apto” e se usa, em geral, para os alimentos aptos para o consumo humano, segundo as leis do Antigo Testamento. As leis dietéticas judaicas prescrevem uma dieta não apenas para o corpo mas também para a alma, já que o bem estar está intimamente associado às duas coisas, facilitando assim também o lado espiritual. Talvez um grande número de judeus sigam a alimentação Kosher somente baseados na religião, mas na verdade essa alimentação traz grandes benefícios à saúde e muitas pessoas não judias, estão descobrindo esses benefícios.

A certificação Kosher, chega também a outros produtos ligados a alimentação. Produtos de limpeza, como por exemplo os detergentes, não devem conter nenhuma substância “impura” ou nociva à saúde, capaz de contaminar as panelas, vasilhas e também os alimentos. Percebem a preocupação com a segurança da saúde?

Segundo uma matéria do New York Times há uns 2 anos atrás, um número crescente de freqüentadores de supermercados nos Estados Unidos estão comprando alimentos kosher – não por razões religiosas, mas porque eles estão convencidos de que esses alimentos são mais seguros, melhores e saudáveis.

De acordo com pesquisa de mercado, 62% das pessoas que compram alimentos kosher o fazem por razões de qualidade do alimento, enquanto 41% dizem comprar kosher para a sua saúde “em geral.” Cerca de um terço diz que compram kosher devido as normas de segurança alimentar. Acreditam que são melhores do que com alimentos tradicionais dos supermercados. Apenas uma parte pequena dos entrevistados dizem comprar comida kosher por causa das regras religiosas. Na Argentina, esse também é um mercado em expansão.

Nos Estados Unidos, um dos maiores mercados (com um incremento no consumo de 43% no último ano) exige a certificação em vários produtos que importa.

As regras rigorosas para a produção e certificação de produtos kosher pode resultar em uma análise mais acurada dos problemas de segurança alimentar. As organizações independentes, como a União Ortodoxa, enviam para as fábricas pessoal especializado, pago por empresas de alimentos a fim de garantir que todas as restrições das leis kosher estejam sendo cumpridas. Isso dá credibilidade e segurança ao produto que vai ser comercializado. Em geral, a comida kosher tem que ser fiscalizada durante o seu processamento e preparação.

Cereais, legumes embalados, frutas e produtos similares são inspecionados por qualquer vestígio de substâncias não-kosher, como insetos, adição de substâncias estranhas ao alimento, etc. Isso possibilita um alimento devidamente higienizado e próprio para o consumo.

Como as leis kosher proibem a mistura de carne e laticínios, e essa proibição faz todo o sentido, já que o cálcio contido nos produtos lácteos, impede absorção do Ferro contido na carne. Misturar carnes (boi, frango, peixe, etc) com leites, iogurtes, queijos é uma combinação que realmente não deve ser feita. Isso é tão solidificado, que os produtos lácteos kosher são tratados separadamente de qualquer outro produto à base de carne, também prevendo contaminações, etc.

Do mar, os peixes, como tudo o que é kosher, devem ser tratados com os utensílios que não tenham estado em contacto com qualquer coisa não-kosher. Isso evita contaminação cruzada. Além disso, os camarões proibidos por essa alimentação, são animais que geralmente se alimentam de material em decomposição.

A certificação da carne kosher é ainda mais complicada. Em primeiro lugar, apenas alguns animais podem ser comidos: são proibidos porcos, roedores e aves de rapina, por exemplo. Além disso, cada vaca, frango ou outro animal, que é certificado como kosher tem de ser morto e esquartejado de uma maneira particular. Durante este processo, cada animal é morto rapidamente por uma pessoa treinada. Alguns acreditam que este tipo de abate é mais humano e menos doloroso do que as práticas tradicionais dos matadouros. Cada animal abatido é inspecionado de perto quanto à sinais de doença, e qualquer animal que pode ter ficado doente não é usado. A forma de abate é importante também, porque quanto mais o animal demora para morrer, mais ele sofre e libera toxinas para sua carne.

As carnes kosher são salgadas para diminuir a quantidade de sangue. Elas têm assim, menos probabilidade de carregar as bactérias. Essa é uma forma de conservação de alimentos. Existem outros considerados neutros (Parve) nesse tipo de alimentação. Eles podem ser particularmente úteis para pessoas com exigências rígidas de dieta ou alergias alimentares, pois estes não possuem ou não tiveram contato com nenhum traço de leite ou carne.

 Enfim, a dieta Kosher tem crescido entre não judeus, em função da coerência e cuidado com a saúde humana (que vem da sabedoria maravilhosa de Deus). É a certeza que se tem que esses alimentos são seguros para o consumo garantindo assim cada vez mais adeptos.

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