Doença celíaca não atrapalha o vencedor

 

Muito tem se estudado sobre o glúten e aqueles que não o toleram (celíacos), têm se beneficiado fisica e emocionalmente com os avanços da pesquisa. Muitas opções já se encontram no mercado para atender esse público e também muita informação tem sido veiculada a respeito. O caso do tenista suíço é um incentivo àqueles que por serem celíacos, sentem-se limitados .

Notícia: Muitos comentários sobre a partida entre o suíço Novak Djokovic e o sérvio Roger Federer pelas semifinais de Roland Garros nesta sexta-feira atraem a atenção dos aficionados pelo esporte não só pela qualidade dos dois atletas. O número dois do mundo tem causado espanto pelo recorde de vitórias seguidas: 44, 42 só em 2011. Tamanho rendimento desperta o interesse por sua resistência e condicionamento físicos. Portador de doença celíaca – intolerância ao glúten – ele precisa seguir uma dieta rigorosa e esta condição, revelada publicamente há pouco tempo, fez algumas pessoas se perguntarem se o segredo de Djokovic está no tipo de alimento que ele consome.

Com 1,88m e 80 quilos, o sérvio não pode consumir alimentos que contenham trigo, cevada e centeio. Isso inclui uma série de opções que são fonte de carboidratos, como massas, pães, bolos, pizzas, biscoitos, elemento fundamental gerador de energia para um atleta.

Ele declara:”Perdi algum peso mas isso só me ajudou, porque o meu movimento é muito mais nítido e agora eu me sinto bem fisicamente – disse ele ao jornal britânico “Independent”.

O que Djokovic precisa fazer é substituir essas fontes de carboidrato por outras naturais e mais saudáveis, o que lhe garante um corpo mais bem preparado. Boas opções livres de glúten são arroz, aipim, milho, inhame, feijão, soja.

Além de a doença celíaca não comprometer sua performance como atleta, é possível que ela ainda o ajude, pois o obriga a compensar a necessidade de carboidrato com alimentos de boa qualidade nutricional. E muitos especialistas contra indicam o glúten até mesmo para os não celíacos.

A doença celíaca que se manifesta por uma alergia permanente ao glúten sendo uma substância que dá uma certa elasticidade aos alimentos, como o pão. Se traduz por uma doença autoimune que faz com que o intestino delgado não absorva os nutrientes. Pacientes que fazem acompanhamento médico levam uma vida normal, sem restrições, inclusive podendo consumir bolos, biscoitos e pães, por exemplo, produzidos com outros ingredientes.

A Doença Celíaca geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e o terceiro ano de vida (na introdução de alimentação à base de papinhas engrossadas com cereais proibidos, com bolachas, pão, sopinhas de macarrão…), mas pode surgir em qualquer idade, inclusive no adulto.

O glúten é uma proteína presente no TRIGO, na AVEIA, na CEVADA (no subproduto da cevada, que é o MALTE), no CENTEIO  e em todos os alimentos e produtos preparados com esses cereais.

Os sintomas da doença celíaca são vômitos, diarreias e dificuldade de ganhar peso. Não controlada, essa condição pode trazer sérias consequências como dores de cabeça, úlceras na boca, perda de peso, infertilidade, osteoporose e crescimento retardado em crianças. Por outro lado, quem faz acompanhamento médico e segue uma dieta controlada leva uma vida normal e, muitas vezes, pode encontrar nos alimentos mais saudáveis a fonte do seu sucesso.

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