Peixe um alimento saudável que necessita cuidados.

O consumo da carne de peixe é saudável e deve ser adotado pelo menos duas vezes na semana. Mas é necessário observar alguns cuidados na escolha do pescado, pois pode acarretar problemas de alergias e intoxicações.
Os sintomas da intoxicação histamínica (alergia) podem variar de rápidas coceiras, vermelhidão e inchaços, especialmente no rosto, até choques anafiláticos, dependendo da sensibilidade da pessoa.

A contaminação microbiana pode, em alguns casos, ter início ainda no barco, se houver longa exposição à temperatura ambiente, o que favorece a rápida multiplicação dos microorganismos.

Por isso pensei em orientar sobre os cuidados que podem minimizá-los na hora da compra e do preparo.

Observar as condições do local de venda é uma das primeiras providências a serem tomadas. O consumidor deve evitar mercados que não têm boa aparência, que os atendentes não tenham luvas para manusear o peixe ou cobertura para os cabelos. O local não deve ser sujo, especialmente com a presença de insetos, bancas em que o pescado não esteja bem conservado em leito de gelo, sem que as moscas estejam pousando sobre o pescado.

Como reconhecer que o peixe está apropriado para o consumo? Aqui vão algumas dicas:

  • as escamas não podem se soltar com facilidade;
  • guelras por dentro vermelhas e firmes;
  • os olhos precisam estar brilhantes e não opacos e afundados;
  • ao pressionar o abdômen do peixe, a carne não deve permanecer afundada no local da pressão;
  • o produto tem que apresentar odor característico e não um cheiro forte e desagradável;
  • o ideal é que o peixe seja limpo na hora e cortado em postas ou filés. De qualquer maneira, se isto não for possível, adotar o mesmo critério, verificando a textura da carne: se ela estiver mole e desmanchando quando pressionada, não deve ser consumida.

O bacalhau não deve apresentar manchas escuras, manchas (pretas, marrons) podem ser resíduos do peixe como sangue, bílis, etc., significando que ele não foi bem trabalhado. Verifique também se ele está bem seco: pegue o bacalhau firmemente pela “cabeça” e   solte a cauda.   Se ele ficar reto, ou quase, está bem curado, se dobrar “caindo” para baixo está mal curado e úmido. Precisa ter aparência inteiriça (não pode desmanchar) e o sal espalhado na superfície necessita de uma aparência homogênea.

Caso uma possível causa de contaminação não seja clara, vale prestar atenção ao odor na hora do preparo. Se houver alguma alteração não aparente na carne, é possível que ela exale um odor desagradável e sua carne esteja mais porosa. Nesse caso, o pescado não estará apto para consumo.

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