Como o organismo reage frente as tragédias?

Vivemos um período marcado por diversas tragédias e parece que a natureza perdeu os freios: terremotos, tsunamis no Japão, enchentes e deslizamentos de terra por todo lado, ciclones, estampam as manchetes dos jornais em todo o mundo. Em meio ao desespero e tantas perdas humanas, vemos resgates espetaculares, milagres diante de nossos olhos e no meio do caos a esperança renasce para muitos que se encontram vivos.

No meio das notícias que nos assustam, somos capazes de ver que pessoas ainda estão vivas debaixo dos escombros depois de vários dias, quando ninguém acreditava que pudesse se encontrar alguém com vida por ali. São pessoas que passaram 10, 13, 15 dias debaixo de tanto entulho e saíram com vida para surpreender os médicos e cientistas do mundo. Eu creio em Deus e consequentemente em milagres, mas sempre há os que buscam uma explicação científica para a estória.

Mas, o que define esta resistência e como o estado nutricional pode favorecer, seja em grandes catástrofes, ou seja no dia-a-dia de cada indivíduo, tornando-o mais resistente às alterações de temperatura, às viroses, a doenças em geral, a total falta de condições de sobrevivência e até mesmo ao estresse?

As variáveis são muitas, mas se o indivíduo está bem nutrido, tem habitualmente uma boa alimentação, teoricamente, suas chances  são bem maiores do que aqueles que não têm. Suas reservas são melhores e seu organismo vai começar a se debilitar à partir do momento da privação, ao contrário daqueles que já entram numa situação como essa debilitados nutricionalmente e que terão condições ainda adversas e de privação pela frente. As chances são muito diferentes. A capacidade de raciocínio, de equacionar a situação e de estar mais resistente fisicamente, é diversa do outro que não está fortalecido.

A alimentação cede nutrientes que vão ser fundamentais para suprir as necessidades do organismo, mantendo suas funções da forma exigida e assim garantindo a saúde e a vida. Em momentos de estresse, muitas alterações são percebidas nessas funções e o organismo lança mão de todos os seus recursos para manter o seu equilíbrio. Se as reservas são boas, melhor.

Somos como uma engrenagem complexa que realiza o tempo todo muitas reações químicas. Os milhões de células que compõem o nosso organismo precisam ser nutridas e com diferentes nutrientes para que possam realizar suas funções. A nós, cabe ingerir o alimento adequado ao nosso organismo, que será desdobrado fornecendo assim o  que ele necessita.

Na verdade nosso corpo não precisa de grandes  quantidades de gorduras, de sal, de açúcar. Isso só faz com que ele se desequilibre e trabalhe mais para reorganizar o que foi preciso “desarrumar” para dar conta de todos os excessos. Cada vez que comemos inadequadamente, ou bebemos além do que devíamos, temos as consequências internas que, ao fim de um tempo, vão evidenciar seus prejuízos.

Mas, mesmo assim, muitos dias, uma pessoa sem receber alimento ou água, é difícil explicar como essas vidas conseguiram se manter. Pelo gasto pequeno de energia por não poderem se mexer, mas e o estresse e o gasto energético do organismo para suprir suas necessidades? Aí entram muitas variáveis como o fator emocional, o nível de estresse e a esperança contida na fé de cada um. Em muitos casos a ciência não explica.

Mas, de qualquer maneira, nossa alimentação será o diferencial em muitas situações na vida. Por isso, vale a pena alimentar-se de forma equilibrada, vale a pena investir na saúde, vale a pena investir na vida!

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