Colesterol, um inimigo oculto

Uma pesquisa feita pelo Hospital Albert Einstein, divulgada recentemente em São Paulo, realizada com 400 presidentes de empresas no Brasil, revelou que a maioria dos altos executivos cultiva hábitos que comprometem a própria saúde e corre o risco de desenvolver doenças graves nos próximos anos.

As conclusões do estudo apontam que 40% do grupo analisado apresentam um grande risco potencial de desenvolver depressão ou outros distúrbios psicológicos, 20% podem ser vítimas de doenças cardiovasculares e 16% têm a possibilidade de apresentar diabetes tipo 2. Os dados da pesquisa relacionados à obesidade, diabetes e às altas taxas de colesterol e triglicérides evidenciam a relação existente entre esses elementos, tornando-os inteiramente interdependentes e revelando o alto custo a ser pago pelas pessoas que sacrificam os bons hábitos de saúde, principalmente os bons hábitos alimentares.

O colesterol alto não apresenta sintomas. Por isso, quem tem histórico de morte na família por infarto, derrame e outras complicações da aterosclerose, é obeso, sedentário e alimenta-se ingerindo grande quantidade de gorduras saturadas, tem mais chances de ter colesterol alto e sofrer de aterosclerose.

Muita vezes, o indivíduo só vai saber que tem a doença tarde demais, quando um vaso sangüíneo se obstrui completamente. Algumas vezes, ele é alertado por sintomas como a obstrução arterial iminente: a angina, que prenuncia o infarto do miocárdio ou por dores nas pernas ao caminhar, que podem indicar a obstrução arterial periférica e chegar à amputação dos membros inferiores. A má circulação do sangue, causada pelo acúmulo de gordura nas artérias, prejudica a oxigenação do organismo como um todo.

Existem medicamentos para controlar o colesterol alto, mas a aterosclerose só melhora com uma mudança mais significativa no estilo de vida. Reduzir o estresse, praticar exercícios físicos, manter a pressão arterial estável, mudar o perfil da alimentação e o peso sob controle são fundamentais. As pessoas que têm diabetes devem ficar mais atentas para o surgimento da doença. Nelas, os valores de normalidade do colesterol são ainda mais rigorosos.

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