Combatendo os radicais livres

figprincipal2Uma ampla definição de antioxidante é “qualquer substância que, presente em baixas concentrações quando comparada a do substrato oxidável, atrasa ou inibe a oxidação deste substrato de maneira eficaz” (Sies & Stahl, 1995).

  Os antioxidantes atuam em diferentes níveis na proteção dos organismos.

O primeiro mecanismo de defesa contra os radicais livres é impedir a sua formação, principalmente pela inibição das reações em cadeia com o ferro e o cobre.

 Os antioxidantes são capazes de interceptar os radicais livres gerados pelo metabolismo celular ou por fontes exógenas, impedindo o ataque sobre os lipídeos, os aminoácidos das proteínas, a dupla ligação dos ácidos graxos poliinsaturados e as bases do DNA, evitando a formação de lesões e perda da integridade celular. Os antioxidantes obtidos da dieta, tais como as vitaminas C( Laranja, limão, abacaxi, kiwi, tangerina, goiaba, vegetais verdes escuros), vitamina E ( óleos vegetais, germe de trigo,ovos) e Vitamina A:

Queijo tipo mussarela    
Queijo tipo prato    
Queijo tipo ricota    
Creme de leite    
Manteiga    
Ovo cozido    
Fígado bovino frito    
Espinafre cru    
Brócolis cru    
Manga    
Abóbora crua    
Cenoura crua    
Batata-doce crua    

 

E ainda os flavonóides e carotenóides são extremamente importantes na intercepção dos radicais livres.

Outro mecanismo de proteção é o reparo das lesões causadas pelos radicais. Esse processo está relacionado com a remoção de danos da molécula de DNA e a reconstituição das membranas celulares danificadas.

Em algumas situações pode ocorrer uma adaptação do organismo em resposta a geração desses radicais com o aumento da síntese de enzimas antioxidantes.

O controle do nível das enzimas antioxidantes nas células é extremamente importante para a sobrevivência no ambiente aeróbico.

Mas o nosso organismo possue enzimas antioxidantes como a superóxido dismutase, a catalase e a glutationa peroxidase que reagem com os compostos oxidantes e protegem as células e os tecidos do estresse oxidativo. Em adição aos efeitos protetores dos antioxidantes endógenos, a inclusão de antioxidantes na dieta é de grande importância e o consumo de frutas e vegetais está relacionado com a diminuição do risco do desenvolvimento de doenças associadas ao acúmulo de radicais livres.

Os estudos sobre os antioxidantes têm ressaltado, principalmente, o uso de nutrientes isolados no tratamento e prevenção de doenças. Entretanto, nos alimentos são encontrados uma grande variedade de substâncias que podem atuar em sinergismo na proteção das células e tecidos.

O efeito cooperativo entre as vitaminas C e E é freqüentemente mencionado na literatura, mostrando que a interação dessas vitaminas é efetiva na inibição da peroxidação dos lipídeos da membrana e na proteção do DNA.

Mas não adianta utilizar apenas um dos antioxidantes para garantir a proteção celular. É necessário ter uma alimentação variada, rica tmbém em fontes oxidantes.

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