Osteoporose

 osteoporose

A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica, caracterizada por massa óssea baixa e deterioração microarquitetural do tecido ósseo, conduzindo à fragilidade do osso e suscetibilidade à fratura. Sua prevalência da osteoporose tem aumentado em todo o mundo, acometendo principalmente mulheres com deficiência estrogênica e indivíduos idosos. Por outro lado, o impacto da doença repercute de forma importante na sociedade, tendo em vista as graves consequências físicas, financeiras e psicossociais.

Evidências científicas recentes têm direcionado as medidas de prevenção do problema para a modificação dos hábitos de vida, especialmente no que diz respeito à prática regular de atividades físicas e uma dieta adequada. Neste âmbito, devem ser trabalhadas as estratégias nutricionais que garantam uma boa formação óssea ao longo de toda a vida, com enfoque especial ao atendimento das recomendações de cálcio e vitamina D. A adequação dietética de proteínas, lipídeos, de alguns micronutrientes e o controle do álcool também são vistos como importantes pontos de prevenção.

É importante enfatizar que a diminuição da densidade mineral óssea com a idade é considerada um fenômeno fisiológico, mas que se constitui no substrato para o desenvolvimento da osteoporose e, como consequência, um maior risco de fraturas. Por isso, o suprimento nutricional adequado pode auxiliar no desenvolvimento da maior e melhor massa óssea, e constitui medida-chave para a prevenção da osteoporose.

Orientações nutricionais para a osteoporose

Atender às recomendações diárias de cálcio e vitamina D. A suplementação destes nutrientes em geral é indicada em situações clínicas definidas, que incluem baixa ingestão ou déficit de absorção pelo trato gastrointestinal;

Além de atender às recomendações nutricionais de vitamina D, expor-se ao sol diariamente entre 10 a 15 minutos, antes das 10 horas da manhã;

Incluir diariamente três porções de frutas e quatro porções de verduras na alimentação, a fim de atender às recomendações estabelecidas nos guias alimentares e favorecer o balanço nutricional dos minerais fósforo e potássio e das vitaminas A e K;

Reduzir o consumo de alimentos com alto teor de sódio e o sal de adição, limitando a ingestão a no máximo 2g de sódio ou 5g de sal por dia (uma colher de chá rasa);

Atentar para o consumo estabelecido para ingestão adequada de proteínas, seja de fontes animais (carnes, ovos e leite) e/ou vegetais (leguminosas, frutas e verduras), não extrapolando a recomendação de 1,0 a 1,5g/kg de peso corporal por dia ou entre 10% e 15% do valor energético total;

O consumo de lipídeos deve obedecer às recomendações vigentes (menor que 30% do conteúdo energético diário). Dar preferência para as gorduras mono e polinsaturadas, presentes majoritariamente em alimentos de origem vegetal, e diminuir o consumo de gorduras saturadas, presente em alimentos de origem animal. Limitar a ingestão desta última a no máximo 10% das calorias diárias;

O álcool é um vilão na vida humana que leva, não só a prejuízos e desquilibrios bioquímicos,  mas também a desavenças e atritos familiares. Por isso, pra quem não abre mão do àlcool, pelo menos procure respeitar as quantidades que podem minimizar os prejuízosà saúde.  A ingestão deve ser limitada a uma dose para mulheres – 1 lata de cerveja (350ml); 1 cálice de vinho (120ml); 1 dose de destilado (40ml) – e duas doses diárias para homens. Fonte: Adaptado do Guia alimentar para a população brasileira71.

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