Alergias, um mal frequente nos dias atuais

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As doenças alérgicas têm se tornado frequentes no mundo moderno, tais como asma, rinite, conjuntivite, alergia alimentar (AA), dermatites, etc.

Além da interferência na qualidade de vida, tais doenças apresentam altos custos, tanto diretos como indiretos, quando consideramos perda de trabalho por parte dos pais e mesmo queda da frequência escolar de crianças e adolescentes.

A prevalência das doenças alérgicas tem aumentado, e vários fatores são apontados como possíveis responsáveis por esta situação, tais como: o modo de vida moderno, que nos põe em contato com alérgenos ambientais; o menor contato com microorganismos que poderiam estimular o sistema imune e gerar uma resposta protetora contra alergia; e a introdução de novos alérgenos potenciais na dieta pela aquisição de novos hábitos dietéticos.

Alguns outros fatores podem agir em associação aos anteriormente citados,entre eles o fumo e o aumento da frequência de partos cesáreos, entre outros.

Entre todas as doenças alérgicas destaca-se a alergia alimentar, em especial aquela desencadeada pelo leite de vaca (LV), já que este alimento é o primeiro a ser introduzido à criança após a exclusão do leite materno (LM). A alergia ao LV apresenta prevalência de cerca de 2,5% nas crianças nos primeiros anos de vida.

As doenças alérgicas resultam da interação da genética com os fatores ambientais e dietéticos. Como a intervenção na herança genética não é tão acessível até o momento, as estratégias se referem aos fatores ambientais e à interferência na dieta. Estas ações podem ser realizadas em vários períodos da vida, inclusive durante a gravidez, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. 

A American Dietetic Association (ADA), em 2009, elaborou um documento reforçando a necessidade do incentivo ao aleitamento materno que afirma:

“É posição da American Dietetic Association que o aleitamento materno exclusivo promove ótima proteção nutricional e à saúde nos primeiros 6 meses de vida e que o aleitamento materno com alimentação complementar dos 6 até os 12 meses de idade é o padrão alimentar ideal para as crianças desta faixa etária. O aleitamento materno é uma importante estratégia de saúde pública, melhorando a morbidade e a mortalidade de crianças e auxiliando nos custos em relação aos cuidados com o controle de saúde”.

A importância da amamentação se reflete na vida da criança, dando a ela mais imunidade e menos sensibilidade aos alérgenos. Mães amamentem seus filhos. O benefício se estenderá a toda família.

Fonte: Dra Cristina Miuki

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