Vitamina D, uma vitamina que não pode faltar

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Nos últimos 12 anos, muito se tem discutido sobre o uso da vitamina D, não só para prevenção do raquitismo, da osteomalácia e da osteoporose (funções consideradas “antigas” ou clássicas, relativas a sua atividade na regulação do metabolismo de fósforo-cálcio) como também para as funções “atuais” ou não clássicas, decorrentes da descoberta de novos receptores da vitamina com funções fora do sistema musculoesquelético, como manutenção da imunidade inata e prevenção de doenças tais como diabetes mellitus tipo 1, asma, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, passando a ser considerada como pró-hormônio.

Quando a exposição solar for incerta, recomenda-se a profilaxia medicamentosa com 400 UI de vitamina D, diariamente, por via oral, inclusive para as crianças em aleitamento materno de até 18 meses. Para as outras faixas etárias preconizam-se 600 UI por dia. Nos adolescentes, para a prevenção da osteopenia e da osteoporose na vida adulta, é importante corrigir a ingestão de cálcio caso esteja inferior ao índice normal. 

Alguns medicamentos, como anticonvulsivantes, glicocorticoides, antifúngicos (cetoconazol) e antirretrovirais podem interferir no aproveitamento da vitamina, sendo recomendado aumentar a dose. Também  a existência de hiperparatireoidismo, hipotireoidismo, ingestão excessiva de cafeína e refrigerantes contendo cola, sedentarismo, podem alterar a sua utiização.

Quando se prescrever a vitamina D, deve-se verificar o uso de alimentos enriquecidos com a vitamina (suplementos, fórmulas, cereais, alimentos), para não ultrapassar a dose máxima recomendada.

Fontes alimentares:

óleo de fígado de bacalhau, salmão, sardinha, atum, cavala, ovos, alimentos enriquecidos com a vitamina, queijo, manteiga

Leite, derivados e intolerância à lactose

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A lactase é a enzima responsável pela hidrólise da lactose (açúcar existente no leite e seus derivados). Deste modo, a intolerância à lactose é a incapacidade de digerir o açúcar do leite em carboidratos mais simples, para sua melhor absorção, além de poder causar sintomas, como a diarréia, constipação, distensão abdominal, gases, náuseas, dentre outros, sendo que a severidade dos sintomas depende da quantidade de lactose ingerida e da quantidade de lactose que seu organismo tolera.

De acordo com artigo recente, na maioria dos mamíferos a atividade da enzima lactase diminui na parede intestinal após o desmame, fato que provoca sintomas de intolerância à lactose. Tal intolerância é determinada geneticamente, porém uma mutação ocorreu para que fizesse parte da humanidade tolerar o leite na idade adulta. O diagnóstico é feito por teste de tolerância e atualmente há o exame genético. De acordo com os dados do estudo, no Brasil, cerca de 43,0% dos brancos e dos mulatos têm persistência da lactase, sendo a intolerância mais frequente entre os negros e japoneses.

Porém na prática clínica, os indivíduos com intolerância são orientados a fazer restrição de lactose na dieta, enquanto outros são orientados a consumir quantidades controladas de leite e derivados, não apresentado os sintomas. Deste modo os estudos em relação à intolerância à lactose são de extrema importância, assim como pesquisas que desenvolvam alimentos nutritivos a base de leite e derivados, para que o consumo, quando possível, possa suprir necessidades nutricionais.

Deste modo pode-se observar em estudo recente, o qual foi realizado para determinar se os efeitos benéficos do iogurte são dependentes da viabilidade de bactérias lácticas e exclusivo de iogurte fresco, em comparação com os efeitos do iogurte que é pasteurizado após a fermentação. De acordo com os resultados, não houve diferença significativa nos resultados obtidos para os parâmetros microbiológicos ou imunológicos, conforto gastrointestinal, ou teste de lactose entre os dois tipos de iogurte ingeridos, sendo uma opção para as pessoas que não possuem intolerância ou para as que podem de forma controlada, consumir alimentos lácteos. (NP)

Disbiose, um desequilíbrio a ser sanado

 

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Nossas funções intestinais são bem mais amplas em nossa saúde do que se pode imaginar. O equilíbrio de nossa flora intestinal pode ser fundamental para trazer um bom funcionamento do organismo, assim como nos processos de defesa contra doenças.

Em nosso corpo, 100 trilhões de bactérias de mais de 400 espécies diferentes vivem em um delicado equilíbrio.  Quando esta flora é abalada, nosso organismo se torna vulnerável à passagem de toxinas para a circulação portal. É a disbiose intestinal.

A presença da disbiose leva a um desequilíbrio no organismo da seguinte maneira: má absorção de vitaminas; inativação de enzimas digestivas, resultando em prejuízos à digestão e induzindo a fermentação; desconjugação de sais biliares, comprometendo a digestão e absorção de lipídeos; síntese de promotores de neoplasias, como as nitrosaminas e destruição da mucosa intestinal, levando a hipersensibilidade, ativando, deste modo, o sistema imunitário. Artrite reumatóide, acne, urticárias, depressões, celulite, são alguns transtornos que podem ter na disbiose um possível fator etiológico.

O trato intestinal, além de uma boa nutrição, precisa defender-se da invasão de uma gama de microorganismos hostis prontamente preparados para atacar o intestino quando este encontra-se debilitado. O controle biológico realizado pelas microfloras que colonizam as superfícies ou mucosas do organismo humano descreve um poderoso mecanismo que, em associação com os dispositivos de defesa mecânicos, químicos e imunológicos nos protegem contra as investidas por parte dos agentes infecciosos.

Além das causas anteriormente citadas, a disbiose também pode ser causada por outros fatores, como:

  • Má alimentação, com ingestão elevada de proteína, de açúcar, de gordura e com baixa ingestão de fibras;
  • Estresse;
  • Baixa secreção de sucos digestivos;
  • Intoxicação por agrotóxicos e metais pesados;
  • Uso abusivo de álcool e cigarro;
  • Uso indiscriminado de certos fármacos, como antibióticos, antiinflamatórios, antiácidos e corticóides.

A dieta deve consistir em grande quantidade de vegetais, particularmente cenoura , couve-flor, repolho, chicória, cebola, alho e alho-poró, além de frutas, farinha de banana, arroz integral e leguminosas. Sob orientação, também devem ser usados produtos contendo probióticos (microorganismos vivos que melhoraram a flora benéfica intestinal) como leites fermentados e iogurtes especiais.

 É bom evitar evitar os industrializados que contêm corantes, conservantes, glutamato monossódico, assi como carnes vermelhas e alimentos gordurosos. Alguns alimentos como leite, ovos, soja, açúcar branco e embutidos podem também ser evitados. Frutos do mar e alimentos ricos em glúten podem não ser indicados, dependendo da gravidade do problema.

Melhor idade com saúde

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A Nutrição na melhor idade é tão importante como é para qualquer um de nós levando-se em conta as necessidades do momento. Sua alimentação não é muito diferente da alimentação normal, devendo fornecer os nutrientes necessários e importantes para conservar uma vida saudável e um peso adequado.

O intestino precisa funcionar sempre regularmente. É através dele que eliminamos o que foi descartado pelo organismo e que não pode ficar acumulado liberando toxinas.

Para isso é necessário:

a) Ingerir diariamente alimentos ricos em fibras, que facilitem o funcionamento intestinal, lembrando-se que a ingestão de água também é necessária, pois as fibras necessitam de água;

- verduras cruas devidamente higienizadas: alface, almeirão, agrião, rúcula, couve, chicória, etc;.
- frutas cruas como laranja (c/ bagaço), mamão, banana, pêra e maçã(c/casca e muito bem higienizadas).
- frutas secas (ameixa, uva passa).
- legumes: abobrinha, abóbora, cenoura, vagem, quiabo, jiló, etc.
- cereais integrais: arroz, pão integral, aveia.
- farelo e germe de trigo (com frutas, leite, sucos, feijão).

b) Tomar água (muito importante) e líquidos ( chá, leite ou suco de frutas). Não ingerir durante o almoço ou jantar para que o líquido não ocupe o espaço no estômago que o alimento deveria ocupar e atrapalhe ainda a digestão, a não ser no final da refeição, meio copo de suco de laranja, por exemplo, para aumentar a absorção do Ferro.

c) Realizar diariamente atividades leves: as caminhadas são boas, desde que não sejam sob sol forte ou então extensas e cansativas.

d) Evitar o uso constante de laxante, pois o organismo pode se acostumar, e somente funcionar quando for usado.

Outras dicas:

Para facilitar a digestão, divida as refeições em pequenas quantidades (em média 5 a 6 por dia – café da manhã, lanche da manhã ou colação, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia). As refeições da noite devem ser bem leves para que não interfira no sono.

Moderar o consumo de sal, pois pode causar  aumento da pressão arterial e a retenção de líquidos (inchaço) e outros problemas.

Não ingerir muito açúcar, massas, doces para evitar excesso de peso e fermentação. Prefira as frutas como sobremesa. Além de facilitarem o funcionamento do intestino são ricas em vitaminas e minerais. As frutas cítricas facilitam a absorção de Ferro.

Ingerir alimentos ricos em ferro, tais como:  carnes magras e sem gordura aparente, aves sem a pele (retirá-la antes do preparo) e peixes para evitar a anemia, mas sempre de olho no colesterol elevado. Por isso, evite as frituras, preparações gordurosas, carnes gordas e de porco, assim como seus derivados (linguiças, salsichas, presuntos). Para que os alimentos sejam melhor aproveitados, precisam ser bem mastigados, não esquecendo os cuidados com próteses muito gastas ou mal ajustadas. Por isso, os alimentos devem ser bem cozidos. Mesmo assim, não deixar de comer carnes, legumes, verduras cruas e frutas. As carnes podem ser picadas, desfiadas, moídas ou batidas no liquidificador. Os legumes e as verduras cruas podem ser picadas ou adicionada aos sucos de frutas. As frutas mais “duras” podem ser assadas ou cozidas com casca.

Se tiver dificuldade na mastigação ou deglutição de pedaços, toda a alimentação normal poderá ser passada no liquidificador como uma sopa ( arroz, feijão carne e legumes) ou tudo muito bem cozido com consistência pastosa.

Deve-se dar preferência à utilização de óleos vegetais no preparo e cozimento de alimentos (óleos de canola, soja, de milho, girassol) sempre em pequenas quantidades. Evitar o uso de manteiga ou margarinas nesse preparo.

A ingestão correta de alimentos ricos em cálcio e a vitamina D previnem problemas nos ossos e fraturas com facilidade. Portanto, a ingestão diária dos alimentos ricos nesses nutrientes, é indicada: leite, ovos, queijos, coalhadas, carne, peixe e aves, vegetais de folhas verdes escuras. Para o aproveitamento da vitamina D é indispensável tomar sol diariamente (alguns minutos e em horários de sol menos forte como pela manhã cedo).

Para garantir o recebimento de todas as vitaminas é necessário ter uma alimentação variada e colorida. É claro que existem as individualidades e a orientação para cada caso é diferente. Para isso, a orientação de uma nutricionista seria de grande valor.

No mais, saúde, alegria e boa disposição.

 

Homens e mulheres, a diferença persiste até na alimentação

Embora a frase “homens e mulheres são iguais” persista por aí, a verdade não é bem essa. Claro que em direitos, respeito, etc. sim, mas física, orgânica, emocionalmente não. Nas preferências, gostos, necessidades e atenção, podem ser muito diferentes.  

   Que diferenças são essas?

       Por exemplo, o homem não tem uma visão lateral tão boa quanto a da mulher, por isso viram a cabeça para olhar, o que incomoda tanto as companheiras. Sua memória fotográfica também não é muito boa, por isso, muitas vezes não é capaz de perceber alguns detalhes como o corte de cabelo de sua mulher, uma mudança na arrumação da casa, um sapato novo da namorada, nem em detalhes da aparência de outras pessoas ou de outros ambientes. 

  Também têm dificuldade de atenção em mais de uma coisa ao mesmo tempo, por isso diante da tv ele não vai conversar outros assuntos, ou dar atenção ao que o filho está dizendo ou fazendo, a não ser que pare uma atividade para praticar outra. Os filmes de sua preferência são os de aventura, ação, lutas, etc. Há  exceções, é claro, mas em regra é assim.

A mulher prefere filmes mais românticos, comédias e até drama. Consegue enxergar com o canto do olho o que está acontecendo o seu redor. É capaz de num olhar apenas, saber como é o vestido da outra, que objetos havia num determinado ambiente, perceber um detalhe pequeno na aparência do homem, como era o cabelo da apresentadora de TV, se alguém está bem ou não apenas pelo olhar. Consegue desempenhar uma função ao mesmo tempo em que fala ao telefone e olha o filho brincando.         

Assim Deus fez homens e mulheres e determinou para que fossem complementos um do outro.     

Na alimentação essas diferenças podem persistir. Assim, quando percebemos a preferência masculina por carnes e churrascarias, é bom saber que o paladar dos homens pode vir de tempos antigos. Os ancestrais do sexo masculino eram caçadores que se alimentavam de grandes porções de carne animal e comidas mais calóricas. Para eles, o maior nível de dopamina, ferro, substâncias proteicas e gordurosas trouxe a possibilidade de tornarem-se mais rudes, fortes, com músculos e capazes de encarar as dificuldades da caça.  Além disso, as carnes levam um tempo muito maior para serem digeridas e possibilitava a esses homens um intervalo maior entre uma refeição e outra. Por isso, até hoje há uma preferência masculina por alimentos que atuam nos neurotransmissores gerando energia e disposição como a dopamina e nordrenalina.

Os homens em geral – embora esse perfil esteja mudando bastante- comem por fome, preferem mais volume e não prestam muita atenção no tipo de gordura que ingerem. Têm  uma tendênca maior de acúmulo de gordura no abdômem.

Já a preferência feminina é pela serotonina que traz uma sensação de bem- estar, uma certa calma e alegria. E essa sensação é possibilitada pelos carbohidratos, açúcares e daí a preferência por massas, doces e chocolates.

 As mulheres,  não ingerem grandes volumes de alimento, mas uma quantidade menor com maior frequência. Na mulher, há maior probabilidade de acúmulo de gordura nos quadris e coxas.     

Estudos realizados comprovaram que durante o período menstrual, o nível de serotonina baixa, causando ansiedade, irritabilidade. Nesse período as mulheres buscam mais alimentos- fonte de carboidratos com a finalidade de minimizar esses “efeitos”  aumentando a sensação de bem estar. Essa necessidade de serotonina precisa ser entendida e essa busca precisa ser equilibrada, para que não se adquira quilos a mais.

Caqui, essa delícia nutritiva

Frutas, essas delícias que alimentam. No  Brasil temos abundância de frutas e sua variedade de espécies, cores e sabores é simplesmente fantástico.

Estamos na época do caqui e essa fruta pode ter vários aspectos e sabores diferentes. O período de produção de caqui no Brasil acontece entre os meses de fevereiro a julho, com pico nos meses de abril e maio. Além do consumo natural, o caqui é utilizado para o preparo de caqui-passas e na elaboração de vinagre.

Originário da China e muito popular no Japão, o caqui (dióspiro, em Portugal) é uma fruta bastante doce e que apresenta grandes quantidades de água em seu interior. As espécies mais conhecidas da fruta são o caqui-chocolate, que apresenta listras de cor escura em seu interior e é geralmente mais duro e menos doce; e o rama forte, mais doce e mole.

Importante alimento para anemias, debilidade orgânica, disturbios estomacais, estresse, fadiga,  infecções urinárias e prostatites.
- tem também uma ação calmante e laxativa (por ser rico em fibras). Por ser alcalinizante, é recomendado no alívio da acidez e das gastrites e é benéfico para alguns problemas de fígado.
-  Excelente alimento para tuberculosos, anêmicos, desnutridos e descalcificados.

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TABELA NUTRICIONAL

NUTRIENTES

QUANTIDADE

Calorias

78cal

Vitamina A

250mg

Vitamina B1

50mg

Vitamina B2

45mg

Vitamina C

17,1mg

Sódio

20,6mg

Potássio

124,2mg

Cálcio

5,7mg

Ferro

0,3mg

Fósforo

46,7mg

cada 100g

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Caqui Rama Forte

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Caqui chocolate

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  Taubaté: Tipo taninoso,  plantas  vigorosas e bastante produtivas. Os frutos são grandes (180 gramas), globosos e de bonita aparência, apresentando, no entanto, tendência para rachamento da película e, o defeito de amolecerem rapidamente após o processo de destanização. Prestam-se para produção de passa por processo industrial.
  Rama Forte:Tipo variável,  variedade cujo cultivo vem se expandindo bastante. Suas plantas são vigorosas e bastante produtivas. Seus frutos são de tamanho médio ( 130 gramas), achatados, taninosos na maioria das vezes, de sabor bastante agradável e bem consistentes, mesmo após o processo de destanização.
  Giombo: Tipo variável, apresenta plantas vigorosas e extraordinariamente produtivas. Seus frutos são de tamanho médio (140 gramas) e formato ovóide e, quando sem sementes, se prestam para produção de passa, dando produto de excelente qualidade.
  Fuyu: Tipo doce, é a variedade não adstringente mais cultivada. Suas plantas são de porte médio, com produção inferior à das variedades precedentes e exigentes de clima ameno e tratos culturais específicos, para que frutifiquem com regularidade e produzam frutos com qualidade superior. Seus frutos são grandes (180 gramas), globosos e achatados, de excelente qualidade e boa conservação.
   
  Kyoto: A Kyoto é uma planta de porte médio e mais adensada que o Fuyu e suas folhas têm tonalidade mais escura.

Porque probióticos?

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Já falamos por aqui bastante sobre os probióticos, mas continuo recebendo e-mails com dúvidas à respeito do assunto.Iogurte, probióticos e soro de queijo, Resposta imunológica com o uso de probióticos, iogurte, probióticos e diabetes tipo 2.

 O termo PRObiótico deriva do grego e significa “pró-vida”. Pode ser definido como suplemento alimentar (embora presente em alimentos como os iogurtes, leites fermentados), rico em microorganismos vivos, que afeta de forma benéfica seu consumidor, através da melhoria do balanço microbiano intestinal.

Os probióticos afetam as bactérias intestinais aumentando o número debactérias anaeróbias benéficas e diminuindo a população de microorganismos potencialmente patogênicos.

 Os probióticos afetam o ecossistema intestinal estimulando os mecanismos imunitários da mucosa e estimulando os mecanismos não-imunitários por meio de um antagonismo/concorrência com os patogênicos potenciais.

 Pensa-se que estes fenômenos mediam a maioria dos efeitos benéficos, inclusive a redução da incidência e gravidade da diarréia, que é um dos usos mais amplamente reconhecidos dos probióticos.

Os probióticos reduzem o risco de câncer de cólon em modelos animais, provavelmente porque suprimem a atividade de certas enzimas bacterianas que podem aumentar os níveis de pró-carcinógenos.

Portanto, os alimentos probióticos são aqueles ricos em bactérias que produzem efeitos benéficos na flora intestinal  exercendo papel importante nas defesas do organismo.

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